Miguel Ângelo

Natural de Minas Gerais, o Miguel nos apresenta uma história muito inspiradora. Apesar da idade, apenas 20 anos, ele passou por diversos processos até chegar a uma carreira como Analista de QA, com ajuda da TripleTen.

De vender balas no centro aos 10 anos de idade, um trabalho na pastelaria na cidade, o despertar da paixão pela gastronomia e a profissão em tecnologia, foram necessários muita dedicação, coragem e vontade de mudar de vida.

Conheça Miguel Ângelo, ex-aluno do curso de QA da TripleTen!

O início 

Aos 10 anos de idade, Miguel vivia uma realidade diferente de muitas crianças. Natural do estado de Minas Gerais e morador de um bairro humilde em Belo Horizonte, ele dividia o seu tempo entre a escola e a venda de balas no centro da cidade.

“Eu vendi bala na rua até os 14 anos. Eu estudava de manhã, saía da escola e ia até o metrô, no lugar que vende bala”, explica Miguel. 

4 anos depois, enquanto vivia a mesma rotina, ele conseguiu um emprego em uma pastelaria, e foi justamente nesse momento que – mesmo inconscientemente – ele começou a dar os seus primeiros passos rumo a sua profissão do futuro, a de QA.

“Eu consegui emprego numa pastelaria e foi quando eu aprendi a gostar de gastronomia. Comecei o curso de gastronomia com 15 anos, e, para o pagar por ele, eu trabalhava na pastelaria. Estudava de manhã e vendia doce à noite no centro”, completa.

Da gastronomia para a tecnologia

O que a gastronomia tem a ver com a sua profissão atual? Tudo! Foi a partir deste momento que Miguel resolveu mergulhar nesse mundo da cozinha e se arriscar a criar o seu próprio livro sobre o assunto, na verdade, um ebook – que no fim, se tornaram 3.

“Depois de trabalhar em alguns restaurantes em BH eu pensei, ‘gastronomia não é pra mim, eu vou juntar alguma coisa que eu goste’. Eu gostava muito de estudar, ler e-book de gastronomia e foi aí que escrevi meu próprio e-book”, explica o ex-aluno.

A partir destes e-books, ele percebeu que criar um site para eles seria uma ótima oportunidade. Mas o enredo da sua história não vai caminhar para a área de desenvolvimento web, que é onde os profissionais criam sites e desenvolvem aplicativos, mas sim para QA (Garantia de Qualidade).

‘‘Eu tive um interesse diferente, porque eu gostava muito de tentar achar os bugs, e não ser a pessoa que eu fiz o site errado”, conta.

Foi durante um bate papo com um amigo que ele descobriu a profissão de QA e decidiu buscar mais informações sobre o que era essa profissão e onde estudar. 

A chegada à TripleTen 

Assim como Miguel descobriu a profissão de QA através de um amigo, foi seguindo uma influenciadora que ele chegou até a TripleTen. “Em setembro de 2023, eu estava olhando no Instagram e vi uma influenciadora falando que tinha um curso chamado TripleTen e que tinha chegado no Brasil recentemente. Resolvi dar uma olhada e vi que lá tinha a profissão que eu tinha me interessado. Eu conversei com os instrutores e eles me passaram muita confiança. Mostraram tudo, inclusive o ex-aluno Gabriel que já estava empregado.”

Apesar da desconfiança da mãe, preocupada com o fato dele não ter terminado o ensino médio naquele momento e seguir por um estilo de curso mais curto, ele decidiu dar um voto de confiança e iniciou os seus estudos na TripleTen. 

Novos desafios e o caminho na TripleTen 

Segundo o ex-estudante, a parte mais difícil foi a sua adaptação, afinal, o aprendizado foi algo totalmente novo para ele. Porém, com ajuda da equipe, ele foi perdendo o medo e ganhando confiança para continuar. “Os instrutores facilitaram a minha vida em 100%. Aquela 1 horinha que eles ficam ali ajuda muito. Eu entrava lá e ficava tirando dúvidas”, comenta.

Além disso, a rotina que já era considerada pesada, se tornou ainda mais desafiadora. “Trabalhando e estudando. Saía de manhã, chegava em casa à noite, estudava, meia-noite, madrugada, até às três da manhã. Às vezes no horário do almoço tinha o Eduardo (tutor) para também dar uma ajudada.”

Mas nem todos os momentos são de dificuldades. Miguel afirma que o ensino focado na prática e os projetos foram as suas partes preferidas do curso. “Eu me diverti fazendo projetos na prática. Eu achei que o curso ia ser teoria, teoria, igual outros cursos por aí. Mas esse aqui, você pega na prática. Eu acho que é a parte mais divertida. Você consegue aprender na prática. Achei esse negócio absurdo de legal.”

O curso de preparação de carreira também não poderia ser poupado de elogios do ex-aluno. Para ele, o principal desenvolvimento nesse processo foi aprender a se comunicar. De acordo com Miguel, se ele não tivesse feito o curso, sem a ajuda da Luiza, mentora de carreira, ele não teria “chance nenhuma de conseguir uma vaga.”

“A Luísa (mentora de carreira), eu acho que foi o maior divisor de águas que eu tive na vida. Ela me ajudou no curso, a achar emprego, a aprender a me comunicar, porque quando comecei o curso, eu era mais timidozinho, pra conversar com câmera, não abria a câmera. Aí agora eu tô aqui”, finaliza ele referindo-se a câmera aberta durante a entrevista para a TripleTen. 

Uma nova realidade profissional

“Eu até brinco, falando que eu comecei pelo nível mais difícil. Eu não fui o Júnior, eu já fui direto para o único QA que tinha, que sabia fazer. Eu era o único responsável da área na empresa.”

Em tom bem humorado, é assim que Miguel resume o seu primeiro emprego após sua formação. Ao chegar no terceiro mês do programa de aprendizado, uma empresa, formada por um grupo de seis desenvolvedores, iniciaram um projeto de sistema de captação de leads e contrataram-no para atuar em QA. 

Vida nova, novas oportunidades

“Minha vida mudou completamente, antes tinha que sair cedo, trabalhava até a noite, às vezes nem tinha folga, uma folga na semana. Agora é de segunda a sexta, sábado e domingo eu fico de boa, tranquilo. Antes,  era uma folga semanal, recebendo 1.400 reais de salário mínimo”, comemora. 

A flexibilidade da área de tecnologia e a oportunidade do trabalho remoto também impactaram o seu dia a dia. “Agora eu estou trabalhando em casa, tendo essa tranquilidade, recebendo bem, eu consigo passar mais tempo com os meus gatos. A mudança de qualidade de vida foi um ponto absurdo assim.”

A reação da mãe, agora, também não poderia ser melhor: “Quando eu falei com minha mãe (que ia começar a estudar QA), ela me chamou de louco. Porque não tinha o ensino médio, ia fazer curso de três meses e ela falou que nunca ia conseguir trabalho. Mas agora, minha mãe está no orgulho puro, a gente até trocou de casa aqui”, finaliza.

Você também pode!

A história do Miguel mudou através da educação, e a sua também pode. Na TripleTen, em menos de 1 ano, você aprende as habilidades necessárias para tornar-se um profissional na área de tecnologia.  Com ajuda de uma equipe de profissionais qualificados, você tem todo apoio necessário para ter uma jornada de sucesso. 

De vendedor de balas a Analista de QA: a jornada de Miguel Ângelo