Depois de 20 anos liderando transformações, por que Ricardo voltou a estudar?

Ricardo Schiavoni construiu mais de duas décadas de carreira liderando iniciativas de transformação, melhoria de performance e desenvolvimento de sistemas operacionais, em empresas, países e culturas diferentes. Hoje ocupa uma posição de liderança global. Mesmo assim, decidiu voltar a estudar.

O motivo está em uma frase que ele repete: “independentemente do nível de senioridade, parar de aprender significa começar a ficar para trás”. Esta é a história de um executivo que escolheu o MBA Artificial Intelligence & Data Science da TripleTen para entender como transformar a IA em vantagem competitiva.

Uma carreira construída sobre Lean e melhoria contínua

Grande parte da trajetória de Ricardo se apoia em Lean, melhoria contínua, engenharia de valor e transformação operacional. Todas essas disciplinas têm um objetivo em comum: eliminar desperdícios, simplificar processos e aumentar a produtividade.

Foi por isso que a IA chamou sua atenção. Ele a enxerga como “uma nova camada de capacidade” capaz de potencializar tudo o que já fazia.

Da pergunta “devo aprender IA?” para “como a IA transforma minha empresa?”

Para Ricardo, o desafio de quem ocupa cargos de liderança já não é entender tecnologia por curiosidade. É saber convertê-la em produtividade e em decisões melhores para o negócio.

Ele também reposiciona o que significa “usar IA”. Para ele, a grande transformação não está em adotar ferramentas, e sim em redesenhar processos, acelerar análises e melhorar a qualidade das decisões. A pergunta que os executivos deveriam fazer mudou: não é mais “devo aprender sobre IA?”, e sim “como posso usar IA para transformar a maneira como minha organização trabalha e gera valor?”.

O que mudou na prática

Ricardo conta que já aplica o que aprendeu no dia a dia. Ele tem repensado workflows, identificado oportunidades de automação, estruturado problemas de outra forma e explorado como IA e dados aumentam a velocidade e a qualidade da execução em projetos de transformação e melhoria de performance.

Outro aprendizado que ficou mais claro durante o curso: tecnologia, isoladamente, raramente cria transformação. É preciso combiná-la com conhecimento de negócio, processos, pessoas e liderança.

Experiência + curiosidade

Depois de tantos anos liderando mudanças, o programa reforçou uma convicção de Ricardo: experiência é muito importante, mas experiência combinada com curiosidade e capacidade contínua de aprender é ainda mais poderosa. Para ele, o MBA da TripleTen funciona como uma ponte entre o que acumulou na carreira e as capacidades necessárias para liderar a próxima geração de transformação empresarial.

Para outros executivos

Na visão dele, os líderes mais relevantes da próxima década serão os que conectarem estratégia, conhecimento de negócio, liderança, dados e IA. E o momento de começar é agora.

Quer desenvolver essa visão na sua carreira? Conheça o MBA Artificial Intelligence & Data Science da TripleTen.