
De UX a Data Analyst: como Natália Ribeiro conquistou sua primeira vaga em dados
Tem um momento na vida em que tudo muda. Para Natália Ribeiro, esse momento veio quando ela percebeu que estava no caminho certo.
Aos 22 anos, morando no interior de São Paulo, ela tinha passado por mais decisões do que muita gente enfrenta em anos de carreira. Começou cedo, entrou na tecnologia quase por acaso, cresceu e, mesmo assim, algo não encaixava.
O que parecia um começo promissor em UX Design se transformou em questionamentos. Ela estava evoluindo, foi promovida e tinha experiência. Mas, no fundo, já sabia: não era aquilo.
Mudar, como ela mesma descobriu, nunca é simples, mas pode ser exatamente o que coloca tudo no lugar. E você vai conhecer a história dela nos tópicos abaixo!
Quando tudo parecia certo, mas não era
A história da Natália começa como muitas outras na tecnologia: com uma oportunidade. Ela tinha acabado de sair do Ensino Médio quando entrou na área. Era 2022, pandemia ainda recente, e o mercado tech em alta. UX Design apareceu como uma porta aberta, e ela entrou.

O que poderia ter sido só um começo improvisado acabou virando uma base sólida e ela se formou como profissional. Foi ali que teve contato com desenvolvedores, entendeu como os projetos funcionam de verdade e começou a ganhar repertório dentro da tecnologia.
Em dois anos, saiu de júnior para pleno. Mas, com o tempo, ela foi percebendo que não era isso o que queria. O ponto de virada veio de uma descoberta: no meio da rotina como designer, Natália começou a se interessar por uma parte que não era exatamente o design.
Era o que estava por trás. Os dados. A lógica. A estrutura.
Esse interesse começou de forma silenciosa. Um contato aqui, uma curiosidade ali. Conversas com colegas, pequenos projetos, exposições ao que acontecia nos bastidores.
Entre experiências e dúvidas: o caminho começa a mudar
Depois de dois anos na mesma empresa, Natália decidiu fazer algo que, à primeira vista, não tinha relação direta com aquela dúvida, mas que acabaria ampliando tudo: sair do país. Ela foi para o Canadá e passou um ano estudando Interactive Media Design. O curso era generalista, misturando design, programação, HTML, CSS e gestão de projetos.
Mais do que o conteúdo técnico, a experiência trouxe outra coisa: repertório ao aprender inglês, viver fora e se adaptar. Tudo isso construiu uma visão mais ampla não só de carreira, mas de possibilidades. E, no final de 2024, Natália voltou ao Brasil.
Sem emprego no início, fez o movimento mais natural possível: tentar voltar para aquilo que já conhecia. Reorganizou currículo, portfólio e começou a buscar vagas em UX. No entanto, ela estava em órbita com alguns conceitos de dados, como planilhas e organização de dados.
Ou seja, os questionamentos persistiam. Até que uma pergunta simples ajudou a dar um senso de urgência para ela: “Você nem quer ser designer. Por que está procurando vaga nisso?”.
Ela já sabia a resposta. Só ainda não tinha parado para encarar.
A partir daquele momento, a decisão deixou de ser automática e passou a ser consciente. Em vez de seguir o caminho mais seguro, ela considerou o caminho que realmente fazia sentido.
Mesmo sendo mais difícil. Mesmo sendo novo. Mesmo sem garantias.
A escolha por dados (e por um novo futuro)
O interesse por dados vinha de anos atrás, reforçado pelas suas experiências profissionais. O que mudou foi a forma como Natália passou a olhar para isso: como um caminho possível.

Mesmo assim, ela não tomou a decisão no impulso. Natália passou cerca de quatro meses pesquisando. Tentou entender como funcionava a área, o que precisava aprender e quais caminhos existiam. Comparou opções, avaliou formatos, buscou algo que fizesse sentido para alguém que estava começando praticamente do zero.

Foi nesse processo que ela encontrou a TripleTen.
Por que a TripleTen fez sentido?
Em busca de algo estruturado, a TripleTen chamou a atenção de Natália porque tinha a combinação ideal de estrutura e suporte. Além das aulas e exercícios, ela encontrou acompanhamento, pessoas próximas e orientação contínua.
Se a decisão foi consciente, a execução foi exigente. Durante boa parte de 2025, Natália viveu uma rotina dupla: trabalhava durante o dia e estudava à noite. Um curso intensivo, técnico, em uma área completamente nova.

Esse é o tipo de dúvida que não costuma aparecer nas promessas de uma nova carreira porque é silenciosa, repetitiva e cansativa. Acima de tudo, exige consistência.
E, em algum momento, ela precisou tomar uma decisão maior. No final do ano, resolveu sair do emprego para focar 100% nos estudos. Algo que ajudou a sustentá-la na decisão foi a sensação de não estar sozinha, de ter suporte, de estar em uma estrutura que fazia sentido.
O momento em que tudo começa a encaixar
Depois de meses focada em aprender, veio uma mudança importante: sair da posição de estudante para se posicionar como profissional. Para a Natália, essa virada aconteceu dentro do Programa de Aceleração de Carreira (PAC). E, principalmente, no contato com o coach.

Até então, ela estava fazendo o que podia com o que sabia, mas faltava alguém para apontar o que funcionava, o que precisava melhorar e como o mercado enxerga o seu perfil. Como resultado, LinkedIn, portfólio e currículo foram ajustados com intenção, junto de uma confiança estrutural para que Natália sentisse estar no caminho certo.
E o primeiro sinal surgiu como mensagens no LinkedIn. Recrutadores entrando em contato, e foi assim que surgiu a oportunidade de estágio em dados na área de supply. E ela já estava pronta para isso.
Quando tudo finalmente faz sentido (e o próximo passo fica claro)
Antes, Natália estava sempre em movimento, mas sem direção. Buscando vagas, ajustando portfólio, tentando “chegar lá” sem saber exatamente onde era esse lugar. Agora, isso mudou.
A ansiedade deu lugar ao foco, e a dúvida virou um plano definido: evoluir. Crescer para pleno, depois sênior, até se tornar referência na área graças à sua decisão.
Se você também está nesse momento de dúvida, talvez o próximo passo não seja ter todas as respostas, mas começar com a orientação certa.
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